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.:: Recital Quatre Piliers | João Valido Vaz e Ricardo Martins PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Sexta-feira, 11 de janeiro de 2019 // 19:00 h

Recital Quatre Piliers por João Valido Vaz e Ricardo Martins Recital de Canto e Piano por João Valido Vaz (Tenor) e Ricardo Martins (Piano) em torno de quatro nomes incontornáveis da canção francesa: Debussy, Duparc, Ravel e Poulenc. A entrada é livre.

 

JOÃO VALIDO VAZ é um tenor Lisboeta residente em Londres, no Reino Unido, e recentemente licenciado pela Guildhall School of Music and Drama com First Class, onde estudou com o seu atual professor John Evans.

 

Iniciou os seus estudos de canto na Escola de Música do Conservatório Nacional onde estudou com Rute Dutra. Durante esse tempo obteve uma extensa experiência coral e de música de conjunto. De 2011 até 2014 colaborou regularmente com o Coro Gulbenkian e um número de coros de câmara incluindo o C.C.L.C e Voces Caelestes, tendo tido a oportunidade de cantar com orquestras como a Orquestra Gulbenkian, San Francisco Philharmonic e Orchestre National de Lyon sob a direcção de Michael Tilson Thomas, Philippe Herreweghe, Paul McCreesh, Leonard Slatkin, Ton Koopman, Simone Young, Joana Carneiro, Bertrand de Billy, e Michel Corboz.

 

Em 2017 cantou também com a LSO, dirigida por Sir Simon Rattle, com um pequeno grupo de cantores da Guildhall.

 

Na área da Ópera, interpretou os papéis de Beppe (Pagliacci), Peacock (Tale of the Tell-Tale Tail… , nova obra de Lucy Armstrong), Jaquino (Fidelio - cenas de ópera), Scaramuccio (Ariadne auf Naxos - cenas de ópera), Monostatos (The Magic Flute), Basilio & Curzio (Le Nozze di Figaro), Bill (A Hand of Bridge), Dr. Blind (Die Fledermaus - cenas), Fracasso (La Finta Semplice - cenas de ópera). No início de 2017 foi substituto do papel de Iro numa co-produção da Royal Opera House e Roundhouse.

 

João tem também interesse em criar os próprios projetos: em 2017 desenvolveu, escreveu e co-dirigiu uma performance multidisciplinar em torno de textos de William Blake intitulada “Of Innocence and Experience”.

Na área da Canção Lírica, tem experiência em Canção Inglesa, Francesa e Alemã, como parte do seu treino na escola, que culminou num recital final, o qual obteve Distinção.

Esta é a primeira vez que apresenta um recital a solo em Portugal.

 

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RICARDO MARTINS iniciou os seus estudos no Instituto Gregoriano de Lisboa, na classe do professor Manuel Fernandes. No último ano desta etapa, obteve uma bolsa de estudo da Livraria Barata e foi finalista de uma bolsa de estudo da Yamaha Music Foundation of Europe. Entre 2004 e 2008, realizou os seus estudos superiores de piano na Escola Superior de Música de Lisboa com Jorge Moyano. Teve também a oportunidade de estudar música de câmara com Olga Prats, Paulo Pacheco, Nuno Inácio e Fernando Fontes.

 

Posteriormente, frequentou o Mestrado em Ensino de Música na mesma instituição, sob a supervisão de Jorge Moyano e Miguel Henriques, com “Leitura à primeira vista ao piano” como tema de dissertação (disponível para consulta no Repositório Científico do Instituto Politécnico de Lisboa).

 

Participou como pianista acompanhador em masterclasses com Rudolf Knoll, Ana Leonor Pereira, Hansjörg Schellenberger (Fundação Calouste Gulbenkian), Nuno Inácio, Nuno Ivo Cruz e Sophie Perrier (Escola de Música Nossa Senhora do Cabo) e Fergus McWilliam (Escola Superior de Música de Lisboa), assim como em workshops para correpetidores com João Paulo Santos, Claudio Desderi, Jory Vinikour e Paul McCreesh (inseridos nos cursos da European Network of Opera Academies). Participou como correpetidor na ópera Bastien e Bastienne de Mozart com o maestro Jorge Matta e a Orquestra Gulbenkian (2012), no festival “Terras sem Sombra” com a ópera Ohneama de João Guilherme Ripper, com o Coro do Teatro Nacional de São Carlos e o maestro Marcelo de Jesus (2016), e no Atelier de Ópera da Orquestra Metropolitana de Lisboa, onde foi trabalhada “A Flauta Mágica” de Mozart (2017-2018), com encenação de Jorge Vaz de Carvalho e direção de Pedro Amaral.

 

Participou também em masterclasses de piano e aperfeiçoamento técnico com Galina Eguiazarova, Sequeira Costa, Miklos Spaniy, Fausto Neves, Roberto Turin, Artur Pizarro, Mikhail Markov e António Rosado.

 

Leciona, como professor acompanhador e de piano, na Escola de Música Nossa Senhora do Cabo. Colabora frequentemente com o Coro Gulbenkian como pianista acompanhador, tendo trabalhado com maestros como Joana Carneiro, Lawrence Foster, Jorge Matta, Michel Corboz, Fernando Eldoro, Paulo Lourenço, John Nelson, Ludovic Morlot, Paul McCreesh e Ludwig Wicki. Colabora também com a Orquestra Gulbenkian como instrumentista convidado. Conta também com algumas colaborações como correpetidor convidado da Orquestra Metropolitana de Lisboa.

 

Apresentou-se em concerto com o Coral de São José e o maestro Luís Filipe Carreiro nas comemorações dos 75 anos da SATA, na Açor Arena (2016).

 

No contexto de música de câmara, realizou vários recitais com cantores e instrumentistas, destacando-se alguns concertos com o saxofonista Raimundo Semedo.

 

A solo, conta com recitais no Museu Nacional da Música, inseridos nos ciclos “À tarde no Museu” (2016 e 2017) e “Músicas do Acervo” (2018) — este último dedicado à obra de compositores portugueses, mais concretamente Fernando Lopes-Graça e Armando José Fernandes —, e também no Auditório CGD do Instituto Superior de Economia e Gestão, no contexto das comemorações dos 40 anos do Instituto Gregoriano de Lisboa.


Estreou-se com orquestra com o Concerto para Piano de Poulenc, com a Orquestra Sinfónica da Escola Superior de Música de Lisboa, sob a direção do maestro Vasco Azevedo.

 


PROGRAMA

 

CLAUDE DEBUSSY (1862–1918)
- Doctor Gradus ad Parnassum – de Children’s Corner (piano solo)

 

HENRI DUPARC (1843–1933)
- Le Manoir de Rosemonde
- Phidylé

 

CLAUDE DEBUSSY (1862–1918)
- Rêverie (piano solo)
- Nuit d’étoiles
- Beau Soir
- Fêtes Galantes
- En Sourdine
- Fantoches

 

Intervalo

 

MAURICE RAVEL (1875–1937)
- Rigaudon – de Le Tombeau de Couperin (piano solo)
- 5 Mélodies populaires grecques
- Chanson de la mariée
- Là-bas, vers l’église
- Quel galante m’est comparable
- Chanson de cuielleuses de lentisques
- Tous gai!

 

FRANCIS POULENC (1899–1963)
- Mouvements perpétuels – I (piano solo)
- Bestiaire
- Deux poémes de Louis Aragon
- Cocardes