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.:: Trio Senza Misura PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Sexta-feira, 18 de Dezembro de 2020 // 18:00 h
12-11-2020

Trio Senza Misura Recital do Trio Senza Misura, constituído por Rui Vilela (clarinete), Teresa Araújo (violoncelo) e Rafael de Pina (piano). Obras de Max Bruch e Beethoven. Organização: Associação dos Amigos do Museu Nacional da Música. Bilhetes - Normal 5,00 / Sócio - 3,00, mediante reserva prévia.

 

A lotação da sala será restringida às primeiras 20 pessoas que fizerem a sua reserva por email ( Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar ) ou telefone (217710990, das 11 h às 17 h). Apenas as reservas efetuadas através destes dois contactos serão consideradas válidas.

 

O uso de máscara é obrigatório e estarão garantidas todas as normas de distanciamento social e higienização do espaço.

 

TRIO SENZA MISURA nasceu em 2016 em Lisboa. Composto por Rui Vilela (clarinete), Teresa Araújo (violoncelo) e Rafael Pina (piano), nasceu da paixão comum pela música de conjunto e pela sonoridade e musicalidade alcançadas por esta formação.

 

RUI VILELA iniciou os seus estudos em 1993 na Academia de Música de Vila Real. Em 2001 completou o 8.º grau de Clarinete no Conservatório Regional de Gaia na Classe do Prof. Nuno Pinto, em 2005 concluiu a licenciatura em Instrumento-Sopros-Clarinete da Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto e, em 2014, finalizou o mestrado em Música – Clarinete – na Escola Superior de Música de Lisboa.

 

Frequentou master-classes com os Professores António Saiote; Alan Damian; Philippe Cuper; Eddy Vannstuyse; Enrique Perez Piquer; Michel Arrignon, entre outros.

Obteve o 1.º prémio no concurso interno do Conservatório Regional de Gaia; o 2.º prémio no Concurso de Clarinete Maestro Marcos Romão dos Reis e foi semi-finalista nos concursos internacionais de Villa de Montroy - Valência; Dos Hermanas - Sevilha e no Youg Artist Competition - Tóquio.

 

Colaborou com a Orquestra do Conservatório Regional de Gaia; Orquestra Sinfonieta da ESMAE; Orquestra de Sopros "Os Templários" e trabalhou com maestros como António Saiote; Jan Cober; Daniel Schweiser; Manuel Ivo Cruz; Eduardo Rahn e Yuri Nasushkin.

 

Atualmente é professor de Clarinete no Conservatório de Música de Coimbra.

 

TERESA ARAÚJO iniciou os seus estudos musicais no Conservatório Nacional de Lisboa na classe de violoncelo da professora Maria José Falcão. Foi nesta mesma instituição e com orientação daquela professora que acabou por concluir o curso básico. Só mais tarde iria fazer parte da classe de violoncelo da Professora Catherine Strynckx, onde conclui o curso complementar em 2010.

 

Concluiu a Licenciatura na Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco em 2013 na classe de violoncelo da professora Catherine Strynckx. Em 2013/2014 fez parte da classe de violoncelo do professor Paulo Gaio Lima na ANSO.

 

Em 2014 frequentou o Mestrado em Orquestra na Academie Orchestre-Atelier Ostinato em Paris e, em 2017, concluiu o Mestrado em Ensino da Música na Escola Superior de Artes Aplicadas em Castelo Branco. Em masterclasses trabalhou com professores como, Johannes Moser, Levon Mouradian, Miguel Rocha, Paulo Gaio Lima, Mats Zetterqvist, Márcio Carneiro, Pavel Gomziakov, Varoujan Bartikian, Luisa Tender, Michel Strauss e Susanne Müller-Hornbach. Trabalhou com a Orquestra Sinfónica Juvenil, Lisbon Film Orchestra, Orquestra Sinfónica da ESART e Orchestre Atelier- Ostinato.

 

Trabalhou com diversos maestros tais como Jean-Luc Tingaud, Patrycia Pieczara, Alexandre Myrat, Christopher Bochmann, Rui Pinheiro, Pedro Amaral, Rui Massena, Mauricio Dini Ciacci, Luis Carvalho, Pedro Neves, Francisco Sequeira, Cristóbal Soler e Domenico Longo.

 

Em Paris teve o prazer de trabalhar com Richard Schmoucler, David Bracinni, Adrien Boisseau, Pierre Genisson e tocou na Salle Pleyel, Auditório de Vincennes, Palácio de Versailles, Grand Palais em Paris e Museu do Louvre. Frequentou dois estágios de orquestra: Young Franco-German Philharmonics em Bayreuth com Nicolaus Richter, onde tocou na Stadthalle de Bayreuth, Margravial Opera House de Bayreuth e no Teatro de Pilsen na Républica Checa.

 

Em 2010 inicia a sua atividade no ensino de Violoncelo e Música de Câmara, tendo lecionado violoncelo na Academia Luísa Todi (2014-2016); violoncelo e música de câmara no Conservatório Regional do Montijo (2014-2017); violoncelo e classe de conjunto (orquestra) na Orquestra Geração (2016-2017); violoncelo na Academia de Música de Almada (2016-2017).

 

Atualmente leciona no Agrupamento de Escolas Luís António Verney (2016- presente) e Academia de Amadores de Música (2016-presente).

 

No verão de 2019 participou no Festival Música Júnior como professora de violoncelo.

 

RAFAEL DE PINA iniciou os seus estudos musicais em 2004 na classe de piano do Professor Bruno Salles na escola Haja Música. Em 2005 participou no concurso de piano de Ourém, tendo obtido o segundo lugar. Em 2007 terminou o 8.º grau na disciplina de piano na classe do Professor António Toscano (antigo aluno de Sequeira Costa) obtendo a classificação de 19 valores.

 

Em 2008 ingressou na Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco, na classe de piano do Professor Caio Pagano (vencedor de diversos concursos internacionais), continuando os seus estudos em 2010 sob a orientação da Professora Jill Lawson (galardoada em inúmeros concursos internacionais, como Vianna da Motta, Schubert competition Dortmund, etc).

 

Em 2013 obtém o grau de licenciado e no mesmo ano inicia o Mestrado em Ensino de Música, na mesma instituição e na classe da mesma professora, sendo também orientado pela Professora Luísa Tender na disciplina de didática de Instrumento.

 

Como professor de piano deu aulas no ano lectivo 2009/2010 na Escola Profissional de Artes da Beira Interior e no ano letivo de 2010/2011 nos conservatórios da Guarda e da Covilhã, continuando exclusivamente neste último até ao ano letivo de 2013/2014. Nos anos letivos de 2014 a 2016 trabalhou na Academia de Música e Belas Artes Luísa e paralelamente na Escola de Música do Colégio Moderno. Atualmente encontra-se a tempo inteiro na Escola de Música do Colégio Moderno.

 

Paralelamente ao estudo de instrumento, obteve também formação em canto lírico, tendo iniciado os seus estudos no ano de 2009/2010 com a cantora Elsa Saque (aluna de Gino Becchi) estreando-se no papel de Martino na ópera “A Ocasião faz o ladrão” de Rossini no mesmo ano. Em 2011/2012 continuou os seus estudos com o cantor Paulo Ferreira. Participou em diversas masterclasses e aulas privadas de piano, canto e música de câmara com músicos como: Rufus Müller; Walter Cosand; Ana Ester Neves; Luísa Tender; Dora Rodrigues; Caio Pagano; Elisabete Matos e Paulo Álvares.

 

No ano de 2013, juntou-se à empresa NerdMonkeys na qualidade de compositor para a qual compôs a banda sonora para o jogo “Inspector Zé e o Robot Palhaço: Crime no Hotel Lisboa”.

 


PROGRAMA

 

MAX BRUCH (1838-1920) – Acht Stücke op.83
- N.º 5 – Rumanian melody
- N.º 6 - Nocturne
- N.º 7 – Allegro vivace ma non troppo
- N.º 8 - Moderato

 

O compositor alemão Max Bruch, quando compôs as 8 peças op.83, já tinha 72 anos em 1910. Max Bruch compôs estas 8 peças para o seu filho, Max Felix, um clarinetista profissional. Escrito num estilo romântico, fora do seu tempo quando comparado com as obras de compositores da mesma época (Stravinsky, Bartók e Schoenberg), este opus caracteriza-se por possuir, à excepção da peça no.7, um ambiente intenso, apaixonado e íntimo.

 

LUDWIG VAN BEETHOVEN (1770-1827) – Trio Op. 11
- 1.º mov. - Allegro con brio
- 2.º mov. - Adagio
- 3.º mov. - Tema: Pria ch’io l’impegno

 

O trio para piano op.11 foi composto por Ludwig van Beethoven em 1797 e publicado em Viena no ano seguinte. Grande parte da obra de Beethoven para música de câmara, que contenha instrumentos de sopro, foi escrita no início da sua vida. A popularidade deste tipo de grupos de música de câmara não sobreviveu para lá do fim do séc. XVIII.

 

Este trio foi escrito para piano, clarinete (ou violino) e violoncelo (podendo ser substituido por fagote). A escolha da tonalidade de Sib Maior não foi ao acaso, pois assim facilita as passagens mais virtuosísticas no Clarinete em Sib que, no séc. XVIII, ainda não beneficiava do sistema de um moderno sistema de chaves (como os sistemas Albert ou Boehm).

 

O finale, um tema e variações, é baseado no tema do trio Pria ch’io l’impegno, da ópera L’amor marinaro do compositor Joseph Weigl.

 

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